Tuesday, March 1, 2011
Adriana Lisboa
Eu tinha a oportunidade pouco tempo atrás de presenciar uma palestra da autora brasileira Adriana Lisboa. Ela agora mora em Colorado, faz alguns anos, e fui muito interessante ouvir sua opinião de tradução de livros para outras línguas. Pessoalmente ela tem traduzido dois livros de Cormac McCarthy, The Road and No Country for Old Men, de inglês para o português. Vários livros que ela mesma escreveu são traduzidos de português para o inglês, mas não por ela. Entre esses temos Sinfonia em Branco, a estória de uma moça e a beleza e simplicidade da vida de uma criança, Hakushiha, a estória de um homem brasileiro de descendência japonês visitando Japão pelo primeiro vez, e Crow Blue, a estória de uma moça pesquisando o pai dela nos Estados Unidos. Então, se ela possa traduzir uma coisa em inglês para o português porque não vice versa? Ela disse, e eu concordo, que mesmo que você fala uma língua além de sua língua nativa muito bem, você nunca vai ter o mesmo entendimento das coisas igual alguém que nasceu falando aquela língua. Se você quer que sua obra realmente retratora sua ideá original, a tradução tem que ser feito por alguém assim.
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